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ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA

ABAYOMYé uma palavra de origem Iorubá, que significa “encontro feliz”. De fato,não haveria expressão conseguisse traduzir melhor a essência da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA.

O grupo nasceu no aniversário do mestre Fela Kuti, especialmente para a primeira edição do FELA DAY – Evento internacional que celebra o nascimento do nigeriano criador doAfrobeat no Rio de Janeiro.
Da qualidade no encontro festivo de amigos admiradores de Fela Kuti, a surgiu necessidade de dar continuidade a Orquestra para aproveitar este legado musical que está tão presente no trabalho de diversos artistas brasileiros e ao mesmo tempo é tão pouco explorado.

A Abayomy é formada por 12 músicos que movimentam a cena carioca e tem como base criativa a música dos mais diferentes estilos: Fábio Lima (Sax Tenor), Mônica Ávila (Sax Alto), Leandro Joaquim (Trompete), Marco Serragrande (Trombone), Donatinho (Teclados), Gustavo Benjão (Guitarra), Victor Gottardi (Guitarra), Pedro Dantas (Baixo), Alexandre Garnizé (Percussão), Cláudio Fantinato (Percussão), Rodrigo La Rosa (Percussão), Thomas Harres (Bateria) abusam de suas referências brasileiras e genialidade em arranjos vivos, calcados na força doafrobeat, com suas levadas hipnóticas, de grooves infinitos.

Em seu repertório, além de composições próprias e covers de clássicos do afrobeat, não faltam versões para composições de artistas como Jorge Ben, Marku Ribas, Antônio Carlos & Jocafi, Moacir Santos e outros diretamente inspirados nas raízes rítmicas africanas.

O Show é um verdadeiro passeio por essas sonoridades marcantes. Passeio em que tanto o público quanto os integrantes da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA criam, através da música, um caminho que os conduz diretamente à África.

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Ele, a brisa e a modéstia de um vanguardista

Nunca ninguém neste país, até aquele ano de 1953, havia feito algo na música popular como aquele mulato fizera ao piano. O instrumento parecia cercar a voz, abandonando o ritmo, desvinculado do contra-baixo e da bateria. A música causou comoção entre os jovens músicos boa parte do público do Bar do hotel Plaza, onde Alfredo tocava. A composição, constatou-se depois, era o mais forte prenúncio do que viria a acontecer com a Música Popular Brasileira mais à frente. Influência do jazz, as síncopes e dissonâncias de Rapaz de bem, impressionaram, inclusive no modo como foram cantadas, em que a voz era como se fosse extensão da harmonia. A música foi gravada em 1956. Do outro lado desse disco, havia a também dissonante Céu e mar, também de sua autoria. Era o segundo disco 78 rpm de Johhny Alf, o pianista de bares e restaurantes famosos do Rio de Janeiro de então.
Nascido e criado pela mãe viúva empregada doméstica em Vila Isabel, filho único, como todos os jovens de sua idade, cresceu ouvindo os programas de rádio, principalmente a Rádio Nacional e assistindo aos grandes musicais do cinema. Uma professora de piano, amiga da família, percebeu que o garoto tinha bom ouvido musical e recomendou que estudasse o instrumento. Nos estudos de piano entrou em contato com a música clássica. A formação teórica, a prática do instrumento e o ouvido musical levaram-no a se enveredar pelo repertório de música popular com a criatividade e inquietação marcantes da época. Aquela que ouvia no rádio de então, a brasileira e também a música norte-americana, numa fase particularmente agitada e criativa do jazz – a era do be-bop, no final dos anos 1940.
Ainda jovem, formou com amigos do curso de inglês, um clube para intercâmbio entre música brasileira e música norte-americana, que promovia eventos e contou com membros como os jovens músicos e cantoras Tom Jobim, Dóris Monteiro, Nora Ney, Paulo Moura, João Donato, Luiz Bonfá e Bebeto Castilho. Com a chegada dos EUA do cantor Dick Farney – também associado – o clube tornou-se o histórico clube Sinatra-Farney Fã-Clube. Esse envolvimento dos músicos de então, ansiosos por uma abordagem moderna da música popular brasileira, deflagrou a Bossa-Nova.
Quando a gravação de Rapaz de bem chegou a São Paulo provocou no mesmo público sentimento similar ao havido no Rio, o que despertou o interesse de uma nova casa noturna, a Baiúca que o contratou, levando-o a mudar-se para a cidade. Quando João Gilberto lançou Chega de saudade, lançando a bossa-nova, seu grande precursor não morava no Rio de Janeiro. Elementos presentes em Rapaz de bem podiam ser percebidos em Desafinado, algo natural, pois Newton Mendonça dividia inquietações criativas e o piano do Plaza com Johnny.

Alfredo adotou o nome de Johnny Alf por sugestão de um professor de inglês e começou a se apresentar na noite carioca, nos bares de Copacabana. Seu modo de cantar ia na contramão dos vozeirões, como os novos cantores faziam, mas com estilo próprio, sempre marcante em todas as suas interpretações, seja de músicas próprias, seja de compositores dos anos 30-40, como Noel Rosa, seja de seus contemporâneos como Tom Jobim, de estrelas da MPB como Chico Buarque e Gilberto Gil. Sempre escolheu as músicas com harmonias mais intricadas, sua especialidade. Era capaz de oferecer uma releitura única de sucessos gravados por intérpretes marcantes como Chico Alves e Aracy de Almeida.
Sempre teve noção de que suas músicas eram complexas e, portanto, de difícil assimilação para o grande público, mas ao mesmo tempo por serem diferentes também atraiam fãs, especialmente músicos. Seu maior sucesso, no entanto, tem uma história exemplar.
Compôs a melodia de Eu e a brisa para a cerimônia de casamento de um amigo, que acabou não sendo executada. Tempos depois, soube que a cantora Márcia queria uma música para concorrer no III Festival da Música Popular Brasileira (1967, TV Record). Escreveu a letra e entregou à cantora. Segundo Zuza Homem de Mello, durante o ensaio a música foi ovacionada pelo público composto de técnicos, músicos, compositores e cantores. Num festival particularmente rico artisticamente, com a presença dos melhores nomes da música popular brasileira de então, a música não foi classificada, como não foram tantos outros, hoje, clássicos. Um fator curioso, no entanto, fez com que Eu e a brisa se popularizasse. Flávio Cavalcanti, carioca apresentador popular de TV passou a divulgá-la em seu programa, tornando este o maior sucesso de Johnny.
Seus 67 anos de carreira, foram marcados por apresentações em diversos países e pela realização de discos impecáveis. Caracterizou-se pela imagem do homem solitário, de poucas palavras nas entrevistas e nos shows.
A solidão marcou mais ainda os últimos anos de um pacato Johnny, que não foi ao histórico show do Carneggie Hall em 19621 porque “esqueceu”. De fato, a relação de Johnny era com a música, o que o levava a priorizar outros aspectos, talvez um hábito de inquieto músico da noite, que nunca deixou de produzir, se apresentando em diversos países, inclusive.
Um dos grandes nomes da música popular brasileira que não recebeu o destaque merecido, não por ter sido – é um grande mérito! – o precursor da Bossa-nova, mas essencialmente por ser um prolífero compositor, fiel a seu estilo e cuja modernidade ainda não foi totalmente absorvida.
Viveu os últimos dois anos de sua vida numa casa de repouso em Santo André, região metropolitana de São Paulo. Declarou que ouvia rock pela manhã, para despertar, mas sua música favorita era a obra Aprés-midi d’um faune de Claude Debussy e, dentre as canções, The Shadow of your smile (Johnny Mandel/Paul F. Webster).
É chamado de o epítome (o que resume, o que serve como modelo ideal) pelo crítico Luis Antônio Giron para quem era “um dos grandes conhecedores de linguagem musical (…) um cantor de alterações harmônicas”.
A melhor definição fica por conta do musicólogo Zuza Homem de Mello, no livro Eis aqui os bossa-nova,: “Johnny Alf foi um verdadeiro desbravador na modernidade da música brasileira, o ídolo dos Bossa-Nova, mais que um precursor. Foi o inspirador que deu aos jovens que frequentavam o bar do Plaza a certeza de que o sonho imaginado poderia ser encontrado, pois sua estética musical – compondo, tocando e cantando – caía como uma luva para suas ansiedades… O mais modesto de todos os vanguardistas na música brasileira” :
Alfredo José da Silva, Rio de Janeiro, 19/05/1929 – São Paulo, 04/03/2010

Fontes e mais sobre Johnny: entrevistas concedidas aos programas  da rádio cultura de Luiz Antonio Giron, A voz popular e de Arrigo Barnabé, Supertônica. e Dicionário Cravo Albin

BODEGA, HERÓIS E SANTOS

(no player Água com açúcar)

Como disse na apresentação, este blog se propõe a divulgar os trabalhos de gente desconhecida ou pouco conhecida. Nessa aventura que é navegar em busca do novo, do pouco ouvido, ratifico a impressão de que a grande inquietude do mundo da música está bem mais exposta. Isso não significa, contudo, que esse material esteja acessível nas pesquisas e, principalmente, nos principais órgãos de divulgação de música. Ao mesmo tempo, há outro número, tão grande quanto, de artistas cujo trabalho sequer chegou a ser registrado em sua época, por falta de recursos e tanbém pelo desinteresse dos monopólios do mercado fonográfico.

O projeto do blog é publicar esse material recebido ou pesquisado, sem a preocupação de tornar-se uma agenda, um dicionário (existem ótimos sites para esse fim, alguns linkados aqui). O que importa é apontar a existência do artista de uma forma livre, levando ao conhecimento de um público maior e diferente daquele a que normalmente se dirige, para que o ouvinte faça sua própria avaliação do trabalho apresentado. São heróis e, mesmo santos, que devem ser ouvidos.

A certeza de que o caminho escolhido  é o correto é demonstrada  pelo acesso diário ao post sobre Zé Bodega, o maior saxofonista brasileiro, sobre quem pouco se fala e de quem sequer encontrou-se um filme para postar. Foi transcrito o precioso texto do musicólogo Zuza Homem de Mello, que tornou-se o post com maior número de acessos diários e  totais. São centenas de pessoas que nunca tiveram acesso à informações sobre o músico chegando aqui a partir de pesquisas genéricas via Google.  Registro no player acima  a música Água com açúcar (destacada no texto, com três andamentos cada vez mais rápidos) numa bela interpretação por sugestão do leitor Joselito Rocha.

Outra curiosidade cerca, também,  o blog em inglês dedicado a artistas de outros países. Em junho do ano passado foi postado um texto  sobre o cantor e compositor dinamarquês N*Grandjean ou Nickolaj Grandjean. Poucas informações foram encontradas sobre seu trabalho, exceto o próprio site, e algum material em dinamarquês, sem  qualquer menção sobre seu trabalho no Brasil. Hoje, a música apresentada no post  Heroes and saints –  faz parte da trilha sonora da novela Viver a vida, tema de personagem principal. Coincidência ou não, ratifica que o método está correto.  O projeto, então, segue em frente para ficar melhor, porque a missão ainda não está cumprida.

TIO SAMBA – a batata está assando, prá neguinho dançar

Vem aí o novo CD É Batata!

O Tio Samba, orquestra típica de samba formada em 1998, apresenta um repertório de composições de Noel Rosa, Ismael Silva, Geraldo Pereira, Ary Barroso, Cartola, Baden Powell, Tom Jobim, Chico Buarque e outros autores geniais, dando-lhes nova roupagem com arranjos que unem os característicos instrumentos de cordas e percussão dos grupos regionais de samba e choro aos sopros geralmente utilizados nas bandas de música. Conta ainda com dois cantores que atuam também em dueto, em interpretações muitas vezes teatrais e hilariantes. O resultado é uma sonoridade diferenciada, muito vibrante e também sofisticada. Suas apresentações são um convite para a dança e, ao mesmo tempo, um presente para os mais exigentes ouvidos, amantes do samba orquestrado.
O grupo já tocou com grandes compositores e intérpretes do samba, dentre eles, Wilson Moreira, Walter Alfaiate, Delcio Carvalho, Tia Surica e Paulo Marquez, além de ter se apresentado com artistas como Nana Caymmi, Germano Mathias e Luciana Alves. Em seu currículo incluem-se apresentações em diversas casas de espetáculo, destacando-se a Sala Sidney Miller, da Funarte, o Centro Cultural da Light, o Teatro Rival, o Teatro Municipal de Niterói, a Choperia do Sesc-Pompéia, o Centro de Convenções do Anhembi, o Rio Scenarium e o Centro Cultural Carioca. O Tio Samba tem se especializado em projetos homenageando figuras centrais da história de nossa música popular, como Ary Barroso (“Café Zurrapa”, 2003) e Carmen Miranda (“É Batata!”, 2009), por ocasião de seus centenários de nascimento. Em setembro de 2003, o Tio Samba lançou seu primeiro CD, Quero Ver (Ethos Brasil / Tratore), com composições próprias e obras de nomes consagrados do samba. Atualmente, está produzindo o CD É Batata! (Centro Cultural Carioca Discos/Universal), cujo lançamento está previsto para março deste ano.
Algumas faixas já estão disponíveis no myspace do grupo para uma breve degustação.

JOÃO CALLADO @ ALGO A DIZER – dezembro/2009

Leia a íntegra da crítica ao primeiro álbum do músico João Callado no Algo a Dizer.

BRASIL DA SANFONA

Estréia nesta 6a. 28, em São Paulo o filme O milagre de Santa Luzia, dirigido por Sérgio Roizemblit. Trata-se de um documentário sobre o acordeon e sua importância para a música brasileira. O filme percorre o país de norte a sul, apresentando as variaçoes do instrumento, contando com a participação de nomes com Dominguinhos, Sivuca, Arlindo dos 8 Baixos, Camarão, Genaro, Pinto do Acordeon, Joquinha Gonzaga, Dino Rocha, Elias Filho, Gabriel Levy (2), Toninho Ferraguti, Mário Zan, Osvaldinho do Acordeon, Renato Borghetti, Gilberto Monteiro. O nome escolhido é uma homenagem à data de nascimento do maior sanfoneiro de todos os tempos: o pernambucano Luiz Gonzaga.

O instrumento com nomes e formas diferenciadas, conforme a região, é identificado com o interior do país, desde o sertão nordestino ao pantanal e as terras gaúchas e sua cultura, sendo particularmente associado à vida do vaqueiro ou do boiadeiro, algo percebido pelas indumentárias de seus intérpretes tradicionais e na temática de suas canções.

Conduzido por Dominguinhos,  o filme além de demonstrar a presença e a importância do instrumento, permite o contato com os variados gêneros musicais existentes no país, das toadas que não se resolvem da música  nordestina aos rasqueados e vaneiras do sul.

EDUARDO GUEDES TRIO

Já publiquei aqui material sobre o guitarrista Eduardo Guedes que se apresenta nesta 6a. na Cinemathèque (Projeto Sexta no Jardim). Segue uma entrevista concedida ao blog do projeto.
SnJ: Fale um pouco da sua maneira de tocar. Você compõe? Como você constrói seus improvisos?
Eduardo: Sempre procurei tocar de uma forma espontânea, procurando motivos melódicos e climas diferentes. Quando vou improvisar procuro não me prender a paradigmas teóricos, mas sim a alguma idéia interessante. Fazer arte é fundamental!
Eu componho sim, mas ainda não coloquei nenhuma das minhas músicas neste trabalho de trio de jazz, isto porque a maioria das músicas que faço não são deste estilo.
SnJ: Como é seu processo de estudo?
EG: Bem, meu estudo é mais dedicado à improvisação propriamente dita. Eu divido minhas “tarefas de estudo” em dois grupos principais.
São eles:
1- Estudo da técnica: é onde procuro me exercitar de modo que eu esteja preparado para tocar com espontaneidade uma idéia musical sem me ver tolhido por algum tipo de limitação técnica. Não estudo técnica para decorar algo e fazer com velocidade, estudo técnica para ter fluência no instrumento.
2- Estudo sobre situações harmônicas: é onde procuro dominar o máximo de situações harmônicas em qualquer tonalidade. O importante não é decorar uma frase para determinados acordes, mas sim ter a capacidade de criar frases, ou motivos simples, de maneira espontânea para situações harmônicas diversificadas.
…e, claro, que tem uma intersecção nisso, aí é que é a questão do estudo sobre ritmos que está envolvido nos dois cenários.
SnJ: Quais são as vantagens e desvantagens de tocar em trio?
EG: Não vejo desvantagem alguma em tocar de trio (guitarra, baixo e bateria). Só vejo vantagens, pois é uma formação onde o guitarrista fica livre para criar frases e substituir caminhos harmônicos, usar e abusar da dinâmica sem a ditadura dos acordes de 10 notas que te obrigam a seguir argumentos que não eram os que você pretendia. O “bate bola” com o baixo acústico e a bateria muito bem tocados como o Paulo Diniz e o Fábio Cavalieri o fazem é algo muito especial para mim.

SnJ: Fale um pouco da sua maneira de tocar. Você compõe? Como você constrói seus improvisos?
Eduardo: Sempre procurei tocar de uma forma espontânea, procurando motivos melódicos e climas diferentes. Quando vou improvisar procuro não me prender a paradigmas teóricos, mas sim a alguma idéia interessante. Fazer arte é fundamental!
Eu componho sim, mas ainda não coloquei nenhuma das minhas músicas neste trabalho de trio de jazz, isto porque a maioria das músicas que faço não são deste estilo.

SnJ: Como é seu processo de estudo?
EG: Bem, meu estudo é mais dedicado à improvisação propriamente dita. Eu divido minhas “tarefas de estudo” em dois grupos principais.
São eles:
1- Estudo da técnica: é onde procuro me exercitar de modo que eu esteja preparado para tocar com espontaneidade uma idéia musical sem me ver tolhido por algum tipo de limitação técnica. Não estudo técnica para decorar algo e fazer com velocidade, estudo técnica para ter fluência no instrumento.
2- Estudo sobre situações harmônicas: é onde procuro dominar o máximo de situações harmônicas em qualquer tonalidade. O importante não é decorar uma frase para determinados acordes, mas sim ter a capacidade de criar frases, ou motivos simples, de maneira espontânea para situações harmônicas diversificadas.
…e claro que tem uma intercecção nisso, aí é que é a questão do estudo sobre ritmos que está envolvido nos dois cenários.

SnJ: Quais são as vantagens e desvantagens de tocar em trio?
EG: Não vejo desvantagem alguma em tocar de trio (guitarra, baixo e bateria). Só vejo vantagens, pois é uma formação onde o guitarrista fica livre para criar frases e substituir caminhos harmônicos, usar e abusar da dinâmica sem a ditadura dos acordes de 10 notas que te obrigam a seguir argumentos que não eram os que você pretendia. O “bate bola” com o baixo acustico e a bateria muito bem tocados como o Paulo Diniz e o Fábio Cavalieri o fazem é algo muito especial para mim.