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PAULO MOURA – 1932-2010

No dia 06 de março deste ano, o Centro de Referência da Música Carioca homenageou o músico e maestro Paulo Moura, dando seu nome ao palco-auditório do órgão.

Paulo deu uma canja ao lado os músicos Humberto Araújo (ex-aluno), Carlos Malta e Gabriel Gross. O público presenciou um dos mais belos momentos da música instrumental brasileira proporcionado pelo inesquecível mestre e maestro, que faleceu no último dia 12.

1 x 0 (Pixinguinha), Noites Cariocas (Jacob do Bandolin)

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TRITONO BLUES

O TRITONO BLUES nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos paulistanos. Com uma formação pouco convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os baixos do piano são completados com a marcação da percussão.

No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, BB King, Muddy Waters, Otis Reding, exploram versões de Classicos do Rock, Pop e Bossa Nova, fundindo esses gêneros com a linguagem blues. É possível ouvir Tim Maia, James Brown, Jair Rodrigues e Lulu Santos em uma só música.

Bruno Sant’anna, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno Sant’anna Blues Band e também integrante da banda de Blues-Rock Blindog, com dois CDs lançados.

André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrande da banda de Nasi (Ex-IRA!)

André Carlini, gaitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black e coordenador da pasta de harmonica da EM&T (Escola de Música e Tecnologia).

O Tritono Blues marca presença na programação da noite paulistana, apresenta-se em casas como O’Malley’s, Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drake’s Bar, O Garimpo, Bartholomeu entre outras.

Nos últimos anos o tritono blues participou de festivais importantes como o Festival Internacional Sons&Sonidos Eldorado realizado no Bourbon Street, ao lado de nomes como Yamandu Costa, Gonzalo Rubalcaba e Banda Mantiqueira; o Festival Vero Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis, Paula Lima e Toquinho; o Festival de Inverno de Aldeia da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis; o projeto “Todas as Bossas” realizado pelo SESC Bauru, o projeto “Sonora” no SESC Rio Preto e o Festival de Inverno de Santana do Parnaíba.

BRASIL DA SANFONA

Estréia nesta 6a. 28, em São Paulo o filme O milagre de Santa Luzia, dirigido por Sérgio Roizemblit. Trata-se de um documentário sobre o acordeon e sua importância para a música brasileira. O filme percorre o país de norte a sul, apresentando as variaçoes do instrumento, contando com a participação de nomes com Dominguinhos, Sivuca, Arlindo dos 8 Baixos, Camarão, Genaro, Pinto do Acordeon, Joquinha Gonzaga, Dino Rocha, Elias Filho, Gabriel Levy (2), Toninho Ferraguti, Mário Zan, Osvaldinho do Acordeon, Renato Borghetti, Gilberto Monteiro. O nome escolhido é uma homenagem à data de nascimento do maior sanfoneiro de todos os tempos: o pernambucano Luiz Gonzaga.

O instrumento com nomes e formas diferenciadas, conforme a região, é identificado com o interior do país, desde o sertão nordestino ao pantanal e as terras gaúchas e sua cultura, sendo particularmente associado à vida do vaqueiro ou do boiadeiro, algo percebido pelas indumentárias de seus intérpretes tradicionais e na temática de suas canções.

Conduzido por Dominguinhos,  o filme além de demonstrar a presença e a importância do instrumento, permite o contato com os variados gêneros musicais existentes no país, das toadas que não se resolvem da música  nordestina aos rasqueados e vaneiras do sul.