Archive for the ‘ NOMES ILUMINADOS ’ Category

ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA

ABAYOMYé uma palavra de origem Iorubá, que significa “encontro feliz”. De fato,não haveria expressão conseguisse traduzir melhor a essência da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA.

O grupo nasceu no aniversário do mestre Fela Kuti, especialmente para a primeira edição do FELA DAY – Evento internacional que celebra o nascimento do nigeriano criador doAfrobeat no Rio de Janeiro.
Da qualidade no encontro festivo de amigos admiradores de Fela Kuti, a surgiu necessidade de dar continuidade a Orquestra para aproveitar este legado musical que está tão presente no trabalho de diversos artistas brasileiros e ao mesmo tempo é tão pouco explorado.

A Abayomy é formada por 12 músicos que movimentam a cena carioca e tem como base criativa a música dos mais diferentes estilos: Fábio Lima (Sax Tenor), Mônica Ávila (Sax Alto), Leandro Joaquim (Trompete), Marco Serragrande (Trombone), Donatinho (Teclados), Gustavo Benjão (Guitarra), Victor Gottardi (Guitarra), Pedro Dantas (Baixo), Alexandre Garnizé (Percussão), Cláudio Fantinato (Percussão), Rodrigo La Rosa (Percussão), Thomas Harres (Bateria) abusam de suas referências brasileiras e genialidade em arranjos vivos, calcados na força doafrobeat, com suas levadas hipnóticas, de grooves infinitos.

Em seu repertório, além de composições próprias e covers de clássicos do afrobeat, não faltam versões para composições de artistas como Jorge Ben, Marku Ribas, Antônio Carlos & Jocafi, Moacir Santos e outros diretamente inspirados nas raízes rítmicas africanas.

O Show é um verdadeiro passeio por essas sonoridades marcantes. Passeio em que tanto o público quanto os integrantes da ABAYOMY AFROBEAT ORQUESTRA criam, através da música, um caminho que os conduz diretamente à África.

Banda Gentileza

Com seis integrantes, que tocam ao todo 16 instrumentos – Artur Lipori (trompete, guitarra, baixo e kazuo), Diego Perin (baixo e concertina), Diogo Fernandes (bateria), Emílio Mercuri (guitarra, violão, viola caipira, ukelelê e voz de apoio), Heitor Humberto (voz, guitarra, violino e cavaquinho) e Tetê Fontoura (saxofone e teclado) –, as influências se multiplicam. Vão do samba à música folclórica do leste europeu, da música caipira à valsa, com espantosa unidade.. Gravou dois EPs ao vivo no projeto A Grande Garagem que Grava (2005 e 2007). Em 2009, gravou seu primeiro álbum de estúdio, produzido pelo carioca Plínio Profeta, que pode ser baixado no site da banda e ouvido no myspace.

Mais informações:

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Banda Gentileza, posted with vodpod

AVA ARAUJO

Ava Araujo é cantora, e compositora. Mezzo contralto, imprime emoção e sentimento, técnica vocal e sensibilidade para interpretar as canções que seleciona para seus shows. Ava Araujo é um músico no mais complexo sentido da palavra e também no mais simples sentido dela. Esbanja técnica vocal quando o assunto é improvisação e conhecimento harmônico e melódico. Utiliza sua voz como mais um elemento a ser explorado por seu trabalho. Sua voz é um instrumento a mais na concepção da música que faz e ao mesmo tempo é o elemento mais importante para interpretação dos temas e compositores que escolhe para trabalhar, propiciando uma interatividade musical e uma simbiose em cena raramente vista em cantoras brasileiras contemporâneas.

Nascida em Vila Velha, quando adolescente foi viver na América Central. De volta ao Brasil, fixou residência em Brasília por quase 15 anos. Com discos lançados e o terceiro em fase de elaboração, Ava Araujo iniciou sua trajetória nos anos noventa com aulas de violão popular pelo renomado professor Everaldo Pinheiro, integrante da banda que acompanhou Johnny Alf por muitos anos. Na Escola de Música do Espírito santo – ligada ao Conservatório de Música do Rio de Janeiro, cursou canto popular e teoria musical e participou de vários outros cursos, workshops e oficinas de canto e música brasileira na EM&T e UVV – Universidade de Vila Velha, no Espírito Santo e Escola de Música de Brasília. Trabalhou com músicos renomados como Cliff Korman, Filó Machado, Guinga. (do BLOG da cantora)


Tatiana Parra, por Mauro Dias

Tatiana Parra é, por gasta que seja a expressão, uma rara unanimidade no meio musical paulistano de agora. Quem faz música ou admira ou está envolvido com música sabe de sua afinação e bom gosto, dedicação e seriedade, da graça de seu misto de ingenuidade e malícia. Créditos que são, feitas as contas, indispensáveis a quem queira subir ao palco como porta-voz (e quem precisa de cantora que não seja porta-voz, afinal?).

Tanto assim que o primeiro disco de Tatiana vinha sendo esperado como grande acontecimento. (leia mais)

SOUL DA Z/L: NHOCUNÉ SOUL

A história da banda Nhocuné Soul, começa com a origem social de seus integrantes e o conjunto de influências que transitam do samba tradicional a  Jorge Ben e Tim Maia.

“Éramos calcados na MPB mais tradicional, fomos nos transformando mais num ritmo samba rock. Trago na letra a experiência de vida e a crítica da realidade social como questões de moradia e relação entre periferia e centro. Mas, toco também em temas universais como amor e esperança”, define Renato Gama, vocalista e compositor do grupo.

Jhony Guima, cantor e percussionista, foi integrante de bandas como o Originais do Samba e Os Negossócios, é um dos músicos mais experiente da Nhocuné Soul; Juninho Batucada, também cantor e percussionista, tem influências que vão de Sepultura e Marku Ribas. Traz no seu set diversos instrumentos que ele adaptou, como: cano de conduiti, chapa de fogão e garrafas de vidros; Ronaldo Gama, contrabaixista clássico, já acompanhou diversos nomes da musica brasileira, como: Dudu Nobre, Neuza Pinheiro e Raça Negra; Julio César Silva – Músico desde 1989, toca diversos estilos musicais e participou de diversas bandas/grupos na noite paulistana.Luiz Couto, cantor e guitarrista, acrescenta peso ao suingue com elementos de rock, dub e psicodelia e por fim Renato Gama, cantor, compositor e violonista. Atribui às interpretações da banda características que remetem a uma mistura de Tim Maia com Branca di Neve. É principal responsável pelas composições da banda, nas quais descreve com poesia o cotidiano da vida na periferia, particularmente do bairro da Zona Leste paulistana que deu nome ao grupo, a Vila Nhocuné.

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do site da banda

TRITONO BLUES

O TRITONO BLUES nasceu em 2006 reunindo três grandes músicos paulistanos. Com uma formação pouco convencional: piano, voz e gaita, ao vivo, tem-se a nítida impressão de ouvir uma banda completa, pois os baixos do piano são completados com a marcação da percussão.

No repertório, além dos clássicos do Blues e da Soul Music, com versões de Ray Charles, BB King, Muddy Waters, Otis Reding, exploram versões de Classicos do Rock, Pop e Bossa Nova, fundindo esses gêneros com a linguagem blues. É possível ouvir Tim Maia, James Brown, Jair Rodrigues e Lulu Santos em uma só música.

Bruno Sant’anna, grande cantor de Blues, além de percussionista e gaitista. É lider da Bruno Sant’anna Blues Band e também integrante da banda de Blues-Rock Blindog, com dois CDs lançados.

André Youssef, pianista e organista, que acompanha grandes nomes do blues nacional e internacional. Atualmente também integrande da banda de Nasi (Ex-IRA!)

André Carlini, gaitista de estilo inconfundível, líder da banda de funk-groove-jazz Lado Black e coordenador da pasta de harmonica da EM&T (Escola de Música e Tecnologia).

O Tritono Blues marca presença na programação da noite paulistana, apresenta-se em casas como O’Malley’s, Bourbon Street, Tom Jazz, The Black Horse, Drake’s Bar, O Garimpo, Bartholomeu entre outras.

Nos últimos anos o tritono blues participou de festivais importantes como o Festival Internacional Sons&Sonidos Eldorado realizado no Bourbon Street, ao lado de nomes como Yamandu Costa, Gonzalo Rubalcaba e Banda Mantiqueira; o Festival Vero Tendencies em Alphaville, ao lado de Nando Reis, Paula Lima e Toquinho; o Festival de Inverno de Aldeia da Serra, abrindo o show de Nuno Mindelis; o projeto “Todas as Bossas” realizado pelo SESC Bauru, o projeto “Sonora” no SESC Rio Preto e o Festival de Inverno de Santana do Parnaíba.

BODEGA, HERÓIS E SANTOS

(no player Água com açúcar)

Como disse na apresentação, este blog se propõe a divulgar os trabalhos de gente desconhecida ou pouco conhecida. Nessa aventura que é navegar em busca do novo, do pouco ouvido, ratifico a impressão de que a grande inquietude do mundo da música está bem mais exposta. Isso não significa, contudo, que esse material esteja acessível nas pesquisas e, principalmente, nos principais órgãos de divulgação de música. Ao mesmo tempo, há outro número, tão grande quanto, de artistas cujo trabalho sequer chegou a ser registrado em sua época, por falta de recursos e tanbém pelo desinteresse dos monopólios do mercado fonográfico.

O projeto do blog é publicar esse material recebido ou pesquisado, sem a preocupação de tornar-se uma agenda, um dicionário (existem ótimos sites para esse fim, alguns linkados aqui). O que importa é apontar a existência do artista de uma forma livre, levando ao conhecimento de um público maior e diferente daquele a que normalmente se dirige, para que o ouvinte faça sua própria avaliação do trabalho apresentado. São heróis e, mesmo santos, que devem ser ouvidos.

A certeza de que o caminho escolhido  é o correto é demonstrada  pelo acesso diário ao post sobre Zé Bodega, o maior saxofonista brasileiro, sobre quem pouco se fala e de quem sequer encontrou-se um filme para postar. Foi transcrito o precioso texto do musicólogo Zuza Homem de Mello, que tornou-se o post com maior número de acessos diários e  totais. São centenas de pessoas que nunca tiveram acesso à informações sobre o músico chegando aqui a partir de pesquisas genéricas via Google.  Registro no player acima  a música Água com açúcar (destacada no texto, com três andamentos cada vez mais rápidos) numa bela interpretação por sugestão do leitor Joselito Rocha.

Outra curiosidade cerca, também,  o blog em inglês dedicado a artistas de outros países. Em junho do ano passado foi postado um texto  sobre o cantor e compositor dinamarquês N*Grandjean ou Nickolaj Grandjean. Poucas informações foram encontradas sobre seu trabalho, exceto o próprio site, e algum material em dinamarquês, sem  qualquer menção sobre seu trabalho no Brasil. Hoje, a música apresentada no post  Heroes and saints –  faz parte da trilha sonora da novela Viver a vida, tema de personagem principal. Coincidência ou não, ratifica que o método está correto.  O projeto, então, segue em frente para ficar melhor, porque a missão ainda não está cumprida.