O carnaval de rua do Rio de Janeiro

A equação que se fecha em 2010 é a de que a festa na rua assume papel de destaque no mercado de “produtos culturais” e requer uma atenção muito maior do poder público do que aquela dispensada até o momento e cuja preocupação prioritária tem sido, tardiamente, organizá-lo e “ordená-lo”, notabilizado que está como um instrumento de “alavancagem de negócios”, apropriando-se da folia coletiva transformando-a em mais um produto deste grande “armazém cultural” que é a cidade do Rio de Janeiro. Serviço público em áreas restritas fazem parte do pacote desses negócios. (…)

(…)” Como os foliões do Cacique, estes buscam o que lhes devota o carnaval dos comuns: o prazer da folia indistinta num espaço único e social que foi, mais uma vez, imperiosamente tomado, pela autêntica alegoria humana que faz o Carnaval carioca.”  Artigo publicado no site MPOST (leia a íntegra)

 

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